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18 de jun de 2015

[Poesia] PEDRO LUSO – Esquecimento





   [ESPAÇO DA POESIA]



  ESQUECIMENTO
          – PEDRO LUSO DE CARVALHO



No último porto, deixei, esquecidas,
minhas lembranças.
Não sei de quem é o rosto,
no espelho!
Na lúgubre caverna do tempo,
ficou guardada
minha memória.
Se não sou visto nas ruas da cidade,
por onde ando,
é porque são invisíveis os fantasmas.



*  *  *





17 comentários:

  1. Bonitas palabras, que tengas un feliz fin de semana.

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  2. Me gustó el poema, especialmente, el verso final, ...se debe a que los fantasma son invisibles. Cariños.

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  3. Oi Pedro,
    Adoro uns escritos poéticos metafóricos
    Uma linda noite!
    Abç

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  4. MAGISTRAL TEXTO!!!
    ABRAZOS

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  5. Boa noite Pedro!
    Linda a sua poesia, adorei!
    Parabéns. Feliz Domingo, e uma ótima semana.
    Um fraterno abraço, amigo em Cristo.
    Josélia.

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  6. Profundo y poema !!!!
    Cordial saludo

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  7. Bom dia Pedro.
    Um poema belíssimo , com uma linda imagem,mostrando a força das ondas na mar. Um feliz dia. Abraços.

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  8. Pedro Luso, boa filosofia poética. Na verdade, o homem muitas vezes passará em jeito de fantasma.
    Abraço

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  9. Ricordi che riaffiorano nella mente in un far di sensazioni sfocate, che, con
    molta espressione, hai reso dense, nei tuoi mirabili versi
    Molto bello leggerti, buon inizio di settimana e un saluto,silvia

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  10. Bellisimaaa.
    Besitos buena semana

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  11. Querido amigo, visitando suas páginas longamente, percebo sombras e angústias em seus lindos poemas. São belas as metáforas, mas desejo de todo coração que elas sejam apenas o resultado de "inspiração fictícia", Um abraço e obrigada pelas visita.

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  12. Na verdade, com o passar do tempo, do longo tempo, o que ficam são nossas memórias. Essas não têm rosto. E parecem que ficam sempre jovens, um contraponto com nossa real imagem.
    Beijinho, Pedro!

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  13. Oi Pedro,
    Passando para lhe desejar uma linda noite
    Beijos no coração

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  14. Olá, Pedro.
    Tantas vezes o rosto refletido no espelho não pertence a quem o vê.
    Tantas vezes a criatura é fantasma, a vida é um não sei o quê da sobrevivência.
    Bonito e tão real.
    * Obrigada pelo pelas palavras de apreço lá "do lado do sol".
    abç amg

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  15. Gostei muito dos seus trabalhos!

    Parabens!

    Foi um prazer ter conhecido este espaço!

    Estaremos sempre por aqui!

    Abraços da Cia. De Teatro Atemporal!

    Clemente.
    Blog: ciaatemporal.blogspot.com.br
    Facebook: Facebook.com/CiaAtemporal

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  16. Eso pasa cuando los poetas visitan los puertos ;-)

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  17. Il tempo muta volti e ricordi nella memoria...tutto diventa sfocato e nulla riesce più a fare male o a farci felici...Bellissima, complimenti!

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PEDRO LUSO